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Numa época que se prometia de retoma e de alívio para os portugueses, o ano de 2017 começa com uma lista de aumentos, no mínimo, extensa. Ora vejamos:
- Aumenta o preço dos transportes, encarecendo os passes intermodais e bilhetes em 1,5%;
- Aumenta a renda de casa em 0,54%;
- Aumenta em 1,2% a electricidade para quem está no mercado regulado;
- Aumenta em 3,2% o Imposto sobre Veículos, assim como o Imposto Único de Circulação, que sobe 0,8%;
- Aumenta o Imposto Sobre Produtos Petrolíferos em dois cêntimos no gasóleo;
- Aumentam também as portagens, incluindo as das pontes 25 de Abril e Vasco da Gama. Foram 220 troços os contemplados com um aumento de, em média, 0,86%;
- Aumenta o preço dos refrigerantes. O mesmo com as bebidas alcoólicas;
- Aumenta o preço do tabaco;
- Aumenta o IMI para quem tiver uma casa com Valor Patrimonial Tributário entre os 600 mil e um milhão de euros, em 0,7%.
Aumenta, no fundo, o custo de vida para as famílias, num Governo que fez da reposição de rendimentos a sua bandeira.