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Carla Madureira alerta que os sucessivos anúncios de apoios feitos pelo governo para dar resposta ao impacto da Covid-19, não tiveram ainda a desejada correspondência prática numa grande maioria dos casos. “Os processos de lay-off «emperraram» na máquina burocrática do Estado e os trabalhadores estão desesperados, sem rendimentos e sem capacidade de fazer face às suas despesas essenciais. As linhas de financiamento prometidas tardam em chegar às empresas e às organizações da economia social, asfixiando-as mais ainda e adiando, em muitas circunstâncias irremediavelmente, a retoma.”
Mas se as circunstâncias excecionais que vivemos poderão, em certa medida, servir de pretexto a certas ineficiências crónicas do aparelho do Estado, Carla Madureira refere que outras “são reveladoras de um certo modo de governar.” Refere a deputada que os sociais-democratas tomaram conhecimento, após uma reunião do Presidente do PSD com instituições de solidariedade social, que o Estado está em falta no pagamento das dívidas às IPSS desde janeiro. “É uma situação inaceitável, anterior ao surto epidemiológico, e que contraria a ideia do milagre económico de Mário Centeno. Tivesse o governo cumprido os seus compromissos e estas instituições teriam, hoje, outro estofo e outras armas para responder às exigências do momento.”
Numa intervenção no Plenário, Carla Madureira afirmou que o governo deve começar a pensar e a agir no sentido de “dar respostas estruturadas e articuladas também aos problemas com que o nosso país se confrontará em vários setores, como o acesso ao emprego, as dificuldades das empresas, as situações de carência alimentar e habitacional, a nova realidade e os novos desafios no ensino e na formação profissional, entre muitos outros.”