Luís Montenegro recusa entendimentos exclusivos à direita entre PSD e Chega. “Este PSD não precisa, não deve e o país não ganha nada se estiver acorrentado ao partido que está à nossa direita e que é hoje o segundo partido com representação parlamentar na Assembleia da República”, afirmou.
Esta segunda-feira, no discurso do jantar comemorativo do primeiro aniversário da vitória de Pedro Duarte nas eleições autárquicas que o conduziram à presidência da Câmara Municipal do Porto, o líder do PSD reiterou que o seu “compromisso é com o povo e com os militantes” social-democratas.
Luís Montenegro reafirma que a estratégia definida e seguida pelo Executivo da AD passa por dialogar com todos os partidos e alcançar consensos com quem estiver disponível, até porque foi nessa solução que os portugueses votaram. “O País quer, quis e precisa de um Governo que governa. E é isso que tem. De um Governo que dialoga. E é isso que tem. Com quem está disponível. Matéria a matéria. Com quem é capaz de ceder e de aproximar. Nós não governamos o país na base das birras, das cismas, dos complexos de ninguém. Nós governamos o país na base do interesse dos cidadãos, das instituições, da sociedade portuguesa”, salientou.
Neste jantar, onde participou também Amândio de Azevedo, 98 anos, referência histórica do PSD, Luís Montenegro sublinhou que não governa “o país na base das birras, das cismas, dos complexos de ninguém”. “Nós governamos o país na base do interesse dos cidadãos, das instituições, da sociedade portuguesa. Foi assim que Amândio de Azevedo e Francisco Sá Carneiro fundaram o PPD e é assim que Luís Montenegro e Pedro Duarte governam nos dias de hoje”, concluiu.