Trabalhar. Fazer Portugal maior

20 de junho de 2026
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Na intervenção de abertura do 43.º Congresso Nacional, o Presidente do PSD começou por agradecer a “confiança e estímulo” que recebe dos portugueses e reiterar que “vai cumprir a missão de levar o país para a frente”. 
Luís Montenegro lembrou que o PSD ganhou as últimas eleições regionais nos Açores e na Madeira, duas eleições legislativas consecutivas e as eleições autárquicas de 2025.
Para o também Primeiro-Ministro, o Governo está “a governar para todos, a pensar em cada um”, sublinhando que há “desafios externos que nos trazem ameaças e incerteza”, tais como a guerra na Europa, instabilidade no Médio Oriente, conflitos internacionais, pressões migratórias e as alterações climáticas. “É um tempo onde não nos apresentamos para lamentar, apresentamos para agir, resolver e encontrar soluções”, assinalou. 
Perante os 906 delegados, o líder do PSD frisou que o Governo segue uma linha de ação reformista, com persistência, humanismo, coragem e foco no país; o Executivo move-se “por uma estratégia que coloca a pessoa primeiro e que promove a eficiência do Estado”, com “valorização de salários, diminuição de impostos, incentivo aos jovens, cultura de mérito, produtividade e proteção e aumento das pensões”. 
“Chegamos aqui fiéis ao reformismo, ao humanismo, ao personalismo e a uma ideia interclassista – identidade, matriz fundamental e fundacional do PSD e da social-democracia”, destacou.
Neste primeiro discurso no Velódromo Nacional de Sangalhos, em Anadia, o Presidente do PSD alertou para o atual contexto internacional: o objetivo passa por manter Portugal como “país construtor de pontes entre culturas e povos”, “que dá valor ao território, com economia forte no financiamento, inovação, ciência e Inteligência Artificial”, preservar “um Estado eficiente na política externa e defesa, e atuando na Europa, NATO, CPLP e Nações Unidas”. 
Aos militantes, Luís Montenegro dirigiu seguinte mensagem: “Chegamos a este congresso unidos. E tenho a certeza de que vamos sair daqui ainda mais coesos. Desejo que se possa fazer uma discussão livre, uma discussão aberta, com sentido crítico, com sentido construtivo e, como é timbre e apanágio do PSD, sempre a pensar nas pessoas, nos nossos concidadãos, no nosso país (…) Nós vamos trabalhar para fazer Portugal melhor”. 
O arranque dos trabalhos do 43.º Congresso do PSD deu-se por volta as 10h50, com a entrada do Presidente do PSD ao som do hino campanha das legislativas de 2024, após o qual o Presidente da Mesa do Congresso, Miguel Albuquerque chamou ao palco, para o discurso de abertura dos trabalhos, o Presidente da Câmara Municipal de Anadia, Jorge Sampaio. 
Seguiu-se ainda uma homenagem aos militantes destacados do PSD, que faleceram desde o 42.º Congresso, em Braga. Os trabalhos prosseguiram com a apresentação das 18 propostas temáticas – de estruturas autónomas como JSD, ASD e TSD, das distritais e dos eurodeputados do PSD – e a discussão política.