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Foram as políticas reformistas do Governo que permitiram a Portugal ter hoje uma taxa de desemprego a cair e a criação de emprego a crescer de forma sustentada. Na sessão das jornadas social-democratas Consolidação, Crescimento e Coesão – Um Caminho para o Crescimento e o Emprego, liderada por Emídio Guerreiro, a recuperação do Estado Social esteve em destaque.
O secretário de Estado do Desporto e da Juventude levou à distrital de Viana do Castelo os resultados concretos das preocupações sociais do actual Governo. «É resultado destas acções que o desemprego caiu de forma continuada; que as políticas activas de emprego já abrangem mais de 200 mil jovens», apontou Emídio Guerreiro.
O secretário de Estado afastou as críticas que considera habituais, negando que a emigração explique a quebra do desemprego. «Em Janeiro de 2013, existiam 4,3 milhões de portugueses com trabalho. Hoje, existem 4,5 milhões de portugueses com trabalho», justificou. «A recuperação de mais de 210 mil postos de trabalho», acrescentou, resulta «da resposta positiva que a economia portuguesa foi dando», de uma «recuperação económica sustentada que começa a dar os primeiros sinais».
Sobre as críticas à política de estágios, Emídio Guerreiro revelou que «mais de dois terços dos jovens» estagiários ficam nas empresas. O responsável referiu ainda que o programa Impulso Jovem não só deu resposta a mais de 100 jovens desempregados, desde 2012, como «despoletou na Europa um debate sério sobre a necessidade de ter um programa dirigido aos jovens europeus».
Com mais investimentos nos apoios sociais que o governo socialista, em 2010, foi este Executivo que «salvou o Estado social», evitando a bancarrota.
«Um trabalho brutal na redução da despesa»
Portugal terá, pela primeira vez, «um défice que cumpre o compromisso internacional». Emídio Guerreiro destaca «um trabalho brutal na redução da despesa». Referindo-se à despesa primária, aponta «um corte sem paralelo na nossa história».
Aos números da execução orçamental, acrescentou a descida da taxa de abandono escolar e – comentando a proposta de António Costa – reiterou que 1,4 milhões de portugueses já deixaram de pagar taxa moderadora. Também na saúde, refere o recuo nos preços dos medicamentos, destacando na Justiça o fim de 120 mil processos pendentes desde a governação socialista.
Esse período foi recordado por Carlos Morais, presidente da Comissão Política Distrital de Viana do Castelo, e por Miguel Santos, director do Povo Livre. Forçado a pedir assistência financeira, e à beira da bancarrota, «Portugal era um país falido», relembra Carlos Morais. Hoje, os portugueses estão a recuperar os seus rendimentos e é a eles que Miguel Santos deixa um convite: «comparem os recibos de pensões de quando o PS estava no governo e os deste mês de Janeiro; vejam a preocupação que houve de proteger aqueles que tinham mais dificuldades, aqueles que eram mais desfavorecidos».
Miguel Santos destaca ainda a evolução da situação dos Estaleiros de Viana e o contributo da concelhia da distrital para a mesma. «É um exemplo daquilo que o anterior governo não fez; quando unimos esforços conseguimos alcançar os nossos intuitos».