12.12.2008
PSD critica política do Governo em relação às PME
Veja aqui a intervenção
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Comentários
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A maioria das PMEs Portuguesas vivem sofucadas. Uma enorme percentagem da sua facuração serve apenas para pagamentos ao estado (IRC, TSU, PEC, etc.). Verificou-se um agravamento de quase 5 pontos na carga fiscal nos últimos 4 anos. Eu pergunto como é possivél uma PME se conseguir manter em funcionamento. Tenho por conhecimento de um amigo meu que é empresário, de uma pequena empresa com apenas 2 funcionários que vive uma luta constante para cumprir as suas obrigações, tendo já a casa hipotecada 2 vezes ao banco para conseguir manter a empresa a funcionar. E depois admiram-se que as empresas fechem as portas...
Hugo Sérgio Martins Monteiro, 16.07.2009 11h04 -
Exmos. Senhores,
INTRODUÇÃO
“Será possível que as energias renováveis ultrapassem os combustíveis fósseis em termos de fonte primária de energia até ao final do século XXI?”
A regra dos 3 vintes revista e adoptada pela maioria dos países ocidentais, incluindo Portugal, a partir do tratado de Quioto, pressupõe as seguintes metas:
· A redução de 20% das emissões de CO2 provenientes de energia fóssil para a atmosfera
· A utilização de 20% de energia renovável
· Meta a atingir em 2020.
Sabemos todos nós que à medida que os recursos, como o petróleo, se forem tornando menos disponíveis e mais caros, o Homem terá de optar cada vez mais pelos recursos energéticos alternativos e renováveis.
Ou seja o Homem deverá utilizar todas aquelas formas de energia cuja taxa de utilização é inferior à sua taxa de renovação.
Assim, é evidente que as energias fósseis como o petróleo, o gás natural etc. não terão capacidade de renovação superior à sua utilização actual e futura.
A utilização das energias renováveis em substituição aos combustíveis fósseis é uma direcção viável e vantajosa. Pois, além de serem praticamente inesgotáveis, as energias renováveis podem apresentar impacto ambiental muito baixo ou quase nulo, sem afectar o balanço térmico ou composição atmosférica do planeta.
Graças aos diversos tipos de manifestação, disponibilidade de larga abrangência geográfica e variadas possibilidades de conversão, as renováveis são bastante próprias para geração distribuída e ou autónoma. O desenvolvimento das tecnologias para o aproveitamento das renováveis poderão beneficiar comunidades rurais e regiões afastadas bem como a produção agrícola ou florestal através da autonomia e endogeneidade energética e consequente melhoria global da qualidade de vida dos habitantes.
CONCEITOS
Biomassa - a energia química, produzida pelas plantas na forma de hidratos de carbono através da fotossíntese - processo que utiliza a radiação solar como fonte energética - é distribuída e armazenada nos corpos dos seres vivos graças a grande cadeia alimentar, onde a base primária são os vegetais. Plantas, animais e seus derivados são biomassa. Sua utilização como combustível pode ser feita das suas formas primárias ou derivados: madeira bruta, resíduos florestais, excrementos animais, carvão vegetal, álcool, óleos animal ou vegetal, gaseificação de madeira, biogás , briquetes, peletes etc.
CONSTRANGIMENTOS TECNOLÓGICOS DA BIOMASSA
Não tem, se comparada por exemplo com outras fontes de energia fóssil como o petróleo ou gás natural.
Utilizada desde sempre como fonte bruta e primária de energia (lenha e carvão), a biomassa não tem actualmente constrangimentos tecnológicos, e é utilizada como fonte primária de energia sob a forma de lenha, carvão vegetal, briquetes, peletes, biogás, tendo por isso capacidade para produzir energia térmica, eléctrica e de tracção automóvel.
CONSTRANGIMENTOS NÃO TECNOLÓGICOS DA BIOMASSA
A energia da biomassa tem ainda uma fraca produção e utilização que se deve a uma série de constrangimentos de caris não tecnológico:
· Escassez de terra disponível para a produção das culturas fonte, criando uma falta de matéria-prima. Com excepção da terra florestal que gera continuamente biomassa útil.
· Concorrência entre produção agrícola alimentar e produção agrícola energética. A produção agrícola alimentar gera resíduos sobrantes de biomassa muito úteis.
· (Des)incentivo estatal por excesso de taxas e licenças nas pequenas operações locais de selecção, recolha, valorização de resíduos de biomassa sobrantes para produção energética;
· (Des)incentivo estatal por favorecimento ao investimento dos grandes sectores do gás natural e do petróleo em detrimento dos pequenos sectores das renováveis, nomeadamente na biomassa;
· (Des)incentivo estatal na aplicação da taxa do IVA por favorecimento dos grandes sectores da electricidade (composta em 70% por fóssil)(IVA 5%); do gás natural (IVA 5%); do Gásoleo de aquecimento (IVA 12%) em detrimento dos pequenos sectores locais produtores de biomassa: Estilha/aparas (IVA 20%); Lenha (IVA 20%); Carvão vegetal (IVA 20%); Briquetes (IVA 20%); Peletes (IVA 20%) etc.
VANTAGENS E OBSTÁCULOS
Vantagens de se recorrer às fontes de energia renováveis:
é consentâneo com a estratégia global de desenvolvimento sustentável;
permite reduzir a dependência de Portugal das importações de energia e assegurar assim a segurança do aprovisionamento;
contribui para melhorar a competitividade global da indústria portuguesa e europeia;
tem efeitos positivos no desenvolvimento regional e na criação de emprego local;
Reduz substancialmente a quantidade de resíduos sobrantes desperdiçados na agricultura e floresta.
a opinião pública é favorável.
A generalização da utilização das energias renováveis confronta-se com os seguintes obstáculos:
os custos de investimento são elevados e os períodos de recuperação muito longos; Excepção feita a pequenos investimentos locais se apoiados fiscalmente e trabalhem em rede.
os diferentes actores envolvidos na tomada de decisões que afectam o sector das energias renováveis conhecem mal o potencial destas; Nomeadamente aos níveis de poder central governativo e legislativo.
uma atitude de resistência geral às mudanças; Relacionada quase exclusivamente ao desincentivo fiscal em matéria de IVA, IRS nos utilizadores finais e IRC, TSU entre outras taxas e licenças nas empresas.
PROPOSTA
Propomos às autoridades representativas, governativas e legislativas o seguinte:
· Incentivo à criação de micro, pequenas e médias empresas (PME) nos meios rurais e geograficamente afastados por eliminação de IRC, nomeadamente Pagamento Especial por Conta (PEC) e nas áreas das energias renováveis que sejam viáveis nessas zonas e representem uma mais valia para a região e para o país.
· Incentivo à criação e manutenção de Emprego rural e local, qualificado e bem remunerado por eliminação de IRS e Taxa Social Única (TSU). Contribuindo assim para inverter a crescente deslocalização das populações para o litoral densamente povoado e re-povoar o meio rural do interior desertificado.
· Incentivar o investimento e utilização massiva de tecnologias e energias renováveis, nomeadamente biomassa, para a indústria, domicílios, escolas, hospitais, lares, etc. por redução drástica da taxa de IVA sobre essa energia de 20% para pelo menos 5%, permitindo dessa forma uma aumento generalizado da Eficiência Energética de Edifícios (EEE).
Sem outro assunto de momento subscrevemo-nos com elevada estima e consideração
Atentamente
De V.Exas.
Paulo Arantes Barbosa
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Flogistica Desenvolvimento Florestal Lda
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P Por favor considere o ambiente antes de imprimir este email
Paulo Arantes Barbosa, 02.06.2009 11h56 -
Nos tempos de hoje as empresas de Portugal, mais propriamente as pequenas e médias empresas, tem que ter na sua disponibilidade um lucro capaz de suportar os trabalhadores e os direitos ao estado.
Perante as medidas lançadas pelo governo em relação ás pequenas e medias empresas estas continuam como um verdadeiro sufoco.
Quando o governo refere que conseguiu obter com sucesso o defice português, de acordo com a sua política, este conseguiu fazer que as familias e as empresas de Portugal torna-se mais pobre, na falência. Hoje, as empresas fecham e as familias ficam mais pobres sem condições minimas.
Mais uma vez afirmo isto, eu não acredito neste governo
Marco Emanuel Carneiro, 25.02.2009 23h14






Um país de desempregados
