Rui Rio escreveu, na terça-feira, aos militantes do PSD por causa da pandemia que “ocorre, pela primeira vez, praticamente em simultâneo em todo o mundo”. O Presidente social-democrata lembra que “Portugal e o mundo em geral vivem uma situação única na história da Humanidade”. O momento atual exige de todos unidade e solidariedade para “enfrentar este combate com o menor número de vítimas e o menor desconforto possível”.

Dada a gravidade da situação – na saúde pública, na economia e nos aspetos de ordem social que se irão agravar – Rui Rio reafirma que a postura correta do principal partido da oposição é não “agravar os ataques aos governos em funções”, mas enveredar por “uma posição patriótica”. O líder do PSD diz que este é o momento de todos estarem “unidos e solidários, de molde a que o nosso País consiga enfrentar este combate com o menor número de vítimas e o menor desconforto possível”. “O que as pessoas querem (e bem!) é eliminar o vírus o mais depressa possível, dispensando uma instabilidade política que só dificulta o que já, de si, não é fácil de resolver”, sublinha.

Na missiva enviada por email, o Presidente destaca a “atitude de cooperação com o Senhor Presidente da República e com o Governo de Portugal, procurando ajudar a resolver da melhor maneira o grave problema que nos atormenta enquanto povo e enquanto nação”.

Rui Rio, na qualidade de Presidente do PSD, mas também de cidadão, saúda “o exemplo” que, os militantes têm “sido capazes de demonstrar aos nossos concidadãos”. “Dos ecos que me vão chegando, concluo que a maioria dos nossos militantes tem também apoiado e assumido esta postura, o que não só me satisfaz, como muito me orgulha. Ver o nosso partido com sentido de Estado e da responsabilidade, é vê-lo a honrar o seu passado e a pôr Portugal à frente de tudo o mais”, frisa.

O Presidente assegura que, tal como aconteceu “em todas as anteriores crises graves que o País enfrentou, os portugueses puderam sempre contar com o PSD”. “Pelo que tenho visto nestes momentos difíceis que estamos a passar, podemos ter a certeza que a grande maioria dos militantes sociais-democratas continua a estar à altura das suas responsabilidades e que, nesse sentido, Portugal pode continuar a contar connosco para o servir da forma séria e capaz, como sempre fizemos ao longo da nossa história”, observa.

Leia a carta enviada aos militantes aqui.