APRESENTAÇÃO

Foi com grande sentido de responsabilidade que aceitei o desafio de ser o cabeça de lista do PSD pelo Baixo Alentejo.

Tenho procurado, nesse percurso de jovem empresário agrícola, pautar a minha atuação pela inovação. Optei por plantar uma variedade de uva de mesa sem grainha, implantada numa estrutura moderna e com a preocupação do uso eficiente da água através de sondas que mereceu o prémio de projeto mais inovador da europa, em 2016. Paralelamente, fui responsável pela exportação de uva de mesa da Vale da Rosa, empresa familiar da qual muito me orgulho em pertencer.

Sou membro do concelho Alumni da Universidade de Évora, onde me licenciei, tendo procurado criar um ambiente propicio a troca de experiências entre a realidade do mundo empresarial e a realidade académica e incentivado os alunos a serem mais destemidos e empreendedores.

O mundo rural no Baixo Alentejo está-se a desenvolver, esta é, sem sombra de dúvidas, uma região de futuro. A água é um recurso fundamental para este desenvolvimento, como já nos tem mostrado o antes e depois do Alqueva e, com um clima cada vez mais árido, é muito importante pensarmos em mais reservatórios de água para reter as águas das chuvas e assim alargarmos as culturas regadas. Com a questão da água assegurada, o nosso clima e solos tornam-se numa receita fantástica para que esta região se torne num pólo atrativo e muito propício ao desenvolvimento

A realidade da nova agricultura com água necessita de tecnologia, “Know-how” e uma preocupação com a comercialização dos produtos, talvez a solução passasse nomeadamente por um selo de qualidade que imprimisse ao produto alentejano algo de especial. Não podemos deixar que esta seja zona de produção de “commodities”!. Temos que pensar em criar riqueza e uma marca Alentejo. É uma região com ótimas infraestruturas – Porto de Sines e o Aeroporto – que facilitam à exportação.

Tem-se sentido uma crescente necessidade de mão-de-obra e o fluxo de pessoas a imigrar para o distrito já é uma realidade. Este fator traz grandes desafios que precisam ser acautelados, sobretudo na área da educação, saúde e acessos. Não podemos aceitar falta de médicos nos hospitais, é urgente estarmos mais próximos a Lisboa com a eletrificação da linha ferroviária e a finalização da construção da autoestrada até à capital do distrito. A questão das infraestruturas tem que sair de cima da mesa!

O Baixo Alentejo é marcado por um vasto património cultural que não deve ser esquecido. Devemos explorar o roteiro histórico e cultural e o turismo rural. Devemos apostar no turismo, pois esta é uma região de grande potencial e com um aeroporto feito (ainda não a operar) será um contributo para receber um maior número de turistas.

Aqui é o futuro!

Conheça aqui algumas das nossas medidas para o distrito de Beja.

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