Um bodo aos eleitores. O Orçamento do Estado para 2019 (OE 2019) é o quarto do governo socialista e da coligação que o suporta no Parlamento e repete os erros dos anteriores.

À custa da distribuição e de medidas enganadoras, é feito a pensar no imediato, nas eleições do próximo ano. Para conquistar votos, o OE 2019 promete aumentar rendimentos mas, na realidade, penaliza o futuro das famílias e empresas.

Serve o Partido Socialista, no seu eleitoralismo; serve o Bloco de Esquerda, na sua obsessão radical de penalizar quem mais ganha; e serve o Partido Comunista, na resposta às reivindicações das suas clientelas.

O OE 2019 só não serve Portugal nem e os portugueses.

PSD não esconde a realidade, ao contrário dos que, todos os dias, dão a cara por uma estratégia que já se provou errada. Com o OE 2019, Portugal continuará:

  • a ser dos países que menos crescem na União Europeia;
  • a ignorar as reformas estruturais necessárias;
  • a carregar nos impostos para famílias e empresas;
  • a ter serviços públicos degradados.

O debate na especialidade, no Parlamento, começa a 2 de novembro e o PSD escrutina o OE 2019, o Orçamento do “chapa ganha, chapa gasta”.

OE 2019: As propostas do PSD

Cabe à oposição fiscalizar o Governo e pressioná-lo a corrigir os erros, a fazer melhor pelo País. Com esta missão, o PSD apresenta 104 propostas de alteração ao OE 2019, centradas em oito áreas: carga fiscal, consolidação e serviços públicos; injustiças orçamentais; empresas e competitividade da economia portuguesa; poupança e investimento; funções sociais, família e energia; habitação; interior; e Regiões Autónomas.

Trata-se de propostas “que mostrem como seria diferente se fossemos nós a fazer a proposta de lei” de Orçamento do Estado, explicou o Presidente do Partido, Rui Rio.

Consulte aqui as propostas de alteração.

OE 2019: Os factos

Rui Rio desconstrói o OE 2019

PSD escrutina OE 2019 na especialidade

Dirigentes do PSD debatem o OE 2019, pelo País

Os membros da Comissão Política Nacional do PSD fizeram um périplo pelo País em que estão, junto dos militantes e simpatizantes do PSD, a debater o Orçamento do Estado (OE) para 2019. De Norte a Sul, os dirigentes do PSD demonstraram como o OE 2019 é mais uma oportunidade perdida e feito a pensar no imediato, e que com ele Portugal continuará a não fazer as reformas estruturais necessárias e a ter serviços públicos cada vez mais degradados.

Conheça as datas das sessões:

  • Faro, 30 outubro: Álvaro Amaro
  • Santarém, 7 novembro: Álvaro Amaro e Rui Rocha
  • Lisboa AM, 8 novembro: Nuno Morais Sarmento
  • Bragança e Vila Real, 8 novembro: Carvalho Martins e André Coelho Lima
  • Braga, 9 novembro: Fernando Negrão
  • Portalegre, 10 novembro: Graça Carvalho
  • Viana do Castelo, 10 novembro: Carvalho Martins e André Coelho Lima
  • Guarda, 10 novembro: Duarte Pacheco
  • Castelo Branco, 10 novembro: Duarte Pacheco
  • Lisboa AO, 15 novembro: António Leitão Amaro
  • Porto, 16 novembro: Castro Almeida
  • Aveiro, 16 novembro: António Leitão Amaro
  • Leiria, 19 novembro: Salvador Malheiro
  • Coimbra, 20 novembro: Álvaro Amaro e Rui Rocha
  • Setúbal, 22 novembro: António Leitão Amaro