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Encontro Distrital de Braga realça confiança no rumo de crescimento para Portugal
24 de Abril de 2015
Encontro Distrital de Braga realça confiança no rumo de crescimento para Portugal

Os portugueses vão optar pela estabilidade e pelo progresso sustentável do país. Num Encontro organizado pela Distrital do PSD/Braga, militantes, simpatizantes e autarcas vincaram a convicção de que só com uma boa gestão das contas do Estado se pode garantir um crescimento mais sólido, com mais emprego e maior justiça social. Esta foi a principal mensagem expressa ao presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, que participou no evento que no passado sábado, dia 18, juntou em Barcelos mais de 600 pessoas das diferentes localidades do distrito de Braga.

Foi uma jornada de trabalho onde foram expressos contributos para o que deve ser o próximo programa eleitoral do PSD e avaliada a acção reformista conduzida pelo atual governo para um Portugal mais credível e sustentável.

Anotando a mobilização dos militantes para a defesa dos interesses de Portugal e numa altura em que o PS “já está com medo” de perder as legislativas, Pedro Passos Coelho vincou a sua confiança num Portugal melhor preparado para os desafios do presente e do futuro.

A economia portuguesa vai crescer 9,2 por cento nos próximos quatro anos”, anunciou o líder do PSD e Primeiro-Ministro, comparando essa taxa de crescimento “com a que ocorreu nos últimos 15 anos: 6,5 por cento, a maioria dos anos com governação socialista”.

Perante uma plateia com deputados, presidentes de Câmara, líderes concelhios e distritais, outros autarcas e militantes, Passos Coelho disse ser compreensível que muitos portugueses não tivessem gostado de algumas medidas tomadas pelo Governo, mas sublinhou que, por outro lado, estão a tomar consciência de que “não é com empréstimos e contas públicas desequilibradas que a economia cresce e o desemprego baixa”.

O líder do PSD disse estar convicto de que os portugueses estão a compreender que o atual Governo tem de continuar a trabalhar para recuperar o país, depois de alguns anos “muito terríveis”.

 

Rigor e credibilidade

 

No Encontro Distrital, o presidente da Distrital de Braga, José Manuel Fernandes, apresentou as conclusões dos trabalhos, salientando a “coragem política” de Passos Coelho. Frisou o reconhecimento público – de acordo com um inquérito aos militantes presentes – que o Primeiro-Ministro “salvou Portugal da bancarrota, recuperou a sua credibilidade interna e externa e é um homem que não volta para trás”.

Os elogios do líder distrital e eurodeputado foram depois retribuídos por Passos Coelho, que enalteceu o trabalho de José Manuel Fernandes no Parlamento Europeu, onde é reconhecido como dos parlamentares mais influentes e também responsável por ajudar à credibilidade internacional de Portugal.

No encontro distrital, que decorreu ao longo de todo o dia nas instalações da Escola Secundária de Barcelos, estiveram também presentes o vice-presidente do partido, Marco António Costa, o secretário-geral, José Matos Rosa. Ao nível das intervenções, participaram ainda os secretários de Estado da Juventude, Emídio Guerreiro, da Segurança Social, Agostinho Branquinho, e da Administração Local, Leitão Amaro.

Em destaque esteve a importância da organização do Estado e da gestão rigorosa das contas públicas, na luta contra o défice, para garantir o sucesso de políticas de melhor crescimento, mais investimento e justiça social.

 

Miguel Macedo sublinha recuperação de Portugal

 

O deputado Miguel Macedo encerrou o evento, vincando os indicadores positivos da evolução económica e a credibilidade de que beneficia hoje Portugal, com efeitos evidentes nas novas perspectivas de crescimento, em contraponto com a continuação dos desvarios socialistas que levaram Portugal à bancarrota.

“O PS critica-nos por ter havido uma quebra no PIB de 6,5 por cento nos últimos anos, na sequência do resgate financeiro que ele próprio teve de pedir para evitar a falência e que nos aumentou a dívida que estamos a pagar. Agora diz que crescer 9,2 por cento em dois anos é pouco”, ironizou.

Miguel Macedo lembrou as dificuldades políticas porque o Governo passou para impor o programa da Troika e voltou a ironizar com a posição dos partidos da oposição: “depois de terem feito o acordo com a Troika há três anos, vieram depois dizer para darmos murros na mesa, pedirmos mais tempo e dinheiro, ou seja, fazer igual à Grécia, que agora tem juros a 15%!”.

“Ao invés, Portugal está hoje a reduzir impostos e taxas e a repor salários e pensões, e os portugueses voltam a ganhar mais e a pagar menos impostos”, frisou Miguel Macedo, elogiando o atual governo. Por isso, defendeu que Portugal precisa de garantir um Governo forte e estável, já que “não pode estar à espera do PS para dialogar e chegar a consensos”.

“Não há duas maneiras de resolver o problema. Se houvesse muito dinheiro para gastar e muito para pedir emprestado, nós também o distribuiríamos”, vincou, realçando que, se o PS voltasse a ter essa política, voltariam os problemas e o espectro de bancarrota.