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“Quando olhamos para o Governo, vemos uma obsessão no curto prazo”
18 de Maio de 2017
“Quando olhamos para o Governo, vemos uma obsessão no curto prazo”

Em Évora, o Presidente do PSD assegurou que o crescimento da economia portuguesa é “importante” e que é necessária uma agenda reformista que contribua para um crescimento estrutural. Mas, este Executivo está obcecado com o curto prazo.

O crescimento da economia portuguesa é importante, mas há que consolidar as perspetivas de crescimento e, sobretudo, ancorá-las numa agenda reformista”, afirmou Pedro Passos Coelho, acrescentando a necessidade de “um efeito estrutural que perdure na economia”.

Deixando um aviso ao Executivo de António Costa, o líder social-democrata sublinhou a importância da existência de uma agenda reformista para o futuro de Portugal e de todos os portugueses. Só assim o País poderá ter um futuro mais próspero e promissor. Mas, essa agenda não existe.

Este Governo, se quiser fazer perdurar estes resultados, tem de ficar associado também a uma agenda reformista. Não podemos estar sempre a beneficiar das decisões que foram tomadas no passado e dos efeitos cíclicos da economia”, disse. “E essa agenda, infelizmente, não é conhecida”, reforçou. Com António Costa a liderar o Executivo, há algo que é notório: “Quando olhamos para o Governo, vemos uma obsessão no curto prazo. E isso, normalmente, tira profundidade às políticas importantes para o País”.

Os social-democratas congratulam-se com os resultados positivos da economia portuguesa. Aliás, “seria absurdo que o PSD visse o desempenho da economia como uma contrariedade política”, salientou o Presidente do PSD. “Nós ficamos muito satisfeitos com o facto de a economia estar a crescer mais”, afirmou Pedro Passos Coelho, destacando que o PSD, como o maior partido da oposição, chama a atenção “para as coisas que não correm bem e para a propaganda que é feita só a pensar no curto prazo”. “A oposição existe para oferecer uma alternativa”, acrescentou.

O PSD está satisfeito com os bons resultados do País. Mas Portugal precisa de um crescimento que seja sustentado e, por isso, alicerçado em transformações estruturais da nossa sociedade. E isto traduz-se numa verdadeira agenda reformista para o País que, contudo, este Governo não tem.