Selecione uma opção
Europa
Fora da Europa
Comunicados à Imprensa
Reação à Mensagem de Ano Novo do Senhor Presidente da República
01 de Janeiro de 2018
Reação à Mensagem de Ano Novo do Senhor Presidente da República

Começo por desejar uma recuperação rápida ao senhor Presidente da República e, nele, votos de melhoras a todos os portugueses que estão a viver horas mais difíceis.

Ouvimos a avaliação que Sua Excelência, o Senhor Presidente da República fez do ano que findou.

O ano de 2017 trouxe contradições. As tragédias foram demasiado pesadas para que o balanço do ano seja positivo.

Foi inegável que o Estado falhou às pessoas. Precisamos de refletir sobre como o Estado, o Governo e a classe política podiam ter respondido melhor às necessidades do País.

E é inegável que ainda há muito por fazer: no combate às desigualdades e à pobreza, no caminho para uma sociedade mais justa, com uma educação de qualidade, uma saúde pública eficaz e serviços públicos que correspondam às expectativas.

Felizmente, sabemos que as reformas feitas no passado continuam a dar frutos.

E esperamos que os bons resultados possam manter-se, desde que não sejam feitas mais reversões.

Hoje, Portugal podia e devia estar melhor.

Mas começamos o ano com a certeza de que a austeridade escondida e disfarçada têm afetado áreas essenciais da nossa vida, como a saúde e a educação. Vamos pagar mais por diversos bens: do leite ao pão, passando pelos combustíveis, entre outros.

Sobrecarregar os portugueses com mais impostos é a única estratégia do Governo PS.

Um Governo que não dá a conhecer prioridades. Que não tem uma linha de ação. Que não tem visão de futuro.

O governo socialista não sabe o que quer para Portugal.

Por isso se torna tão urgente o apelo do Senhor Presidente da República para a reinvenção do País.

Para que os erros de 2017 não se repitam.

Infelizmente, sabemos que o Governo e a maioria parlamentar não estão disponíveis para essa reinvenção.

O Orçamento de 2018 é prova disso mesmo.

Por outro lado, os portugueses sabem que podem contar com o PSD e que continuaremos a confrontar o Governo com as suas escolhas, que os seus parceiros não ousam questionar ou que lhe impõem.

Todos temos de estar disponíveis para nos reinventarmos. O PSD, em 2018, fará o seu congresso e escolherá um novo líder.  É esta a forma de estar do PSD na política.

Esperamos que, em 2018, o governo socialista arrepie caminho quanto ao seu eleitoralismo.

Os portugueses merecem mais do que a gestão para o imediato.

Porque a política não é viver do imediatismo, nem para a o dia-a-dia, nem da conjuntura.

Precisamos de aproveitar as oportunidades, olhando para o futuro, como apelou o Senhor Presidente da República.

Em nome do PSD, quero desejar a todos um bom ano de 2018.